PARABÉNS MAMÃES!

Embora convalescendo de um procedimento cirúrgico de extrema urgência e gravidade, não posso silenciar-me diante de tão sublime e expressiva data. Portanto, quero reverenciar a todas as mães na vastidão universal, especialmente as brasileiras do Maranhão e as maranhenses de Parnarama, Passagem Franca e São Francisco do Maranhão.
A vida é originária do útero abençoado de uma mãe, e o amor é eterno e infinito, sendo os corações maternos fiéis depositários.
Peço vênia para em lacônicas palavras formular às mamães, os meus fervorosos votos de muita paz, saúde e prosperidade.
Lamentavelmente, não tenho mais a minha mãe Luiza Dias Carneiro e a minha esposa Fátima Pereira. Deus levou precocemente essas duas flores que por décadas floriram e perfumaram o jardim da minha vida e o meu lar. Confesso, que, nessa manhã nublada e sombria, a saudade imensurável me apunhala e torturam draconiabamente.
Beijos fraternos e respeitosos em cada coração materno.
J. J. Pereira


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