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POLÍCIAJornalista é agredido verbalmente e expulso de reunião do Incra no MA

POLÍCIAJornalista é agredido verbalmente e expulso de reunião do Incra no MA

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POLÍCIA

Jornalista é agredido verbalmente e expulso de reunião do Incra no MA

Publicado

 5 minutos atrás

em

 5 de dezembro de 2025

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VÍDEO: J.J. conta a história do Guerreiro.

Na manhã dessa quinta-feira (04/12/2025), um servidor da Superintendência do Instituto de Colonização e Reforma Agrária-INCRA do Maranhão, com identificação no Crachá apenas de Lucas, protagonizou uma reunião com trabalhadores rurais da comunidade Guerreiro, aproximadamente 30 kms da sede municipal, Parnarama.

 

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Ao chegar no local do evento, o jornalista foi comunicado verbal e pessoalmente pelo representante do INCRA, que a reunião desenvolver-se-ia restrita apenas aos membros da comunidade, não sendo portanto, permitida a presença do jornalista, colidindo frontalmente com o artigo 220 parágrafo 2° da Constituição Federal.

De repente, no curso do diálogo entre o jornalista e ex-deputado J.J. Pereira e o servidor do INCRA, surgiram palavras sórdidas, ásperas, agressivas, desrespeitosas e até ameaçadoras ao conceituado homem público e profissional de Imprensa J. J. Pereira, por parte de alguns associados, exorbitando no calor das emoções e do desconhecimento dos Direitos peculiares ao jornalista às mais diversas fontes de informações sem a interferência do Estado ou de quaisquer órgãos das representações de classe.

Entende o jornalista, que tudo começou com um vídeo gravado em data não muito remota no qual ele discorda que a comunidade “Guerreiro” seja inserida nos meios jurídicos, administravos e sociais como sendo comunidade “Quilomobola”.

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A HISTÓRIA

Na segunda metade da década de 1970, o lavrador Abel Eduardo Pinheiro, codinominado de “Corguete”, profundo conhecedor da região, acampou nas matas virgens encravadas entre os lugares Pernambuco e Serra do Tarantides, com a finalidade de exercitar a rústica agricultura familiar.

Logo em seguida, moradores da cidade de Parnarama afluiram para aquele centro de matas virgens e de terras férteis, propícias para o plantio das mais diversas sementes da alimentação primária.

Em comum acordo, os trabalhadores rurais, deram à povoação a denominação de “Guerreiro”.

No início da década de 1980, as terras foram adquiridas pelo empresário pernambucano Alexandre Maranhão, que implantou um grande projeto agropecuário, batizando-o de “Fazenda Cana Brava”.

Depois de alguns anos, o empresário Alexandre Maranhão negociou e indenizou a todos os moradores, e vendeu as terras para a Empresa Zuzano Papel e Celulose, que explorou apenas a cultura de eucaliptos.

Com a nova direção, um grande número de agricultores organizaram um movimento para reivindicar o direito de morar e voltar a exercer atividades agrícolas na localidade.

Essa empreitada, certa madrugada da época, teve a presença e o apoio do jornalista J. J. Pereira, que ainda não sabia da aludida indenização protagonizada pelo empresário Alexandre Maranhão.

O jornalista J. J. Pereira, se declara totalmente a favor que os moradores da comunidade “Guerreiro” sejam legalizados como legítimos proprietários. No entanto, diante da história narrada, continua entendendo que a classificação da povoação como “Quilomobola” é uma ficção e uma fraude grosseira.

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